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NOTÍCIAS DE CONSÓRCIO

Postado em: 4/11/2008 14:20:36
Consórcio Imobiliário Contemplado

CONSÓRCIO DE IMÓVEIS CRESCE 22% EM 2006

 

 

O consórcio de imóveis cresceu 22% em 2006 em relação a 2005, disse o presidente da ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), Rodolfo Montosa, em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta segunda-feira, dia 13 (clique aqui para ouvir). “Neste ano, nós já temos um comparativo de um acumulado de crescimento em 22% em relação ao mesmo período do ano passado. E nós temos percebido um crescimento em várias classes sociais, principalmente B e C”, explicou Montosa.

 

No ano, esse crescimento de 22% significa uma compra acumulada de 135 mil consorciados, até o mês de setembro, contra 108 mil em todo o ano de 2005. “O prazo médio de entrega gira em torno de 40 a 45 meses”, disse Montosa.

 

Leia os principais pontos da entrevista com Rodolfo Montosa:

 

 

Os planos de consórcio voltados para as classes C e B estão na faixa de créditos em torno de R$ 30 mil a R$ 40 mil. Esses mais populares são imóveis de em média 50 ou 40 metros quadrados.

 

Mas o consórcio não se restringe aos imóveis populares. A maior parte desse mercado gira em torno do crédito de R$ 70 mil ou R$ 80 mil. Ou seja, imóveis com 70 ou 80 metros quadros em média.

 

A venda de imóveis por consórcio cresceu consistentemente nos últimos três, quatro anos. Há duas maneiras de adquirir o imóvel no consórcio: pelo sorteio ou pelo lance.

 

O lance é uma antecipação. O comprador pode usar parte do Fundo de Garantia para obter o imóvel.

 

Muitas vezes, o consorciado tem um Fundo de Garantia insuficiente para quitar o imóvel. O consórcio é uma forma de o comprador alavancar o saldo que ele já tem disponível.

 

Os primeiro 40 ou 45 meses é o período chamado de poupança. A partir daí até o encerramento do grupo, o comprador passa a ser financiado pelos demais consorciados do grupo. A cota de cada consorciado vai de 0,15% a 0,17% ao mês.

 

Montosa comentou os juros das prestações de 1% ao mês oferecido no mercado. Esse 1% é verdadeiro, mas o mercado de financiamento tem uma restrição de acesso.

 

Um exemplo dessa restrição é a relação entre a parcela paga pelo consorciado e sua renda necessária para adquirir o imóvel. Quem tem um crédito de R$ 100 mil com 120 meses para pagar, traz uma parcela de R$ 2.300 ao custo de mercado de 1% ou 1,1%.

 

Uma prestação de R$ 2.300 exige uma renda, grosso modo, de R$ 7.000. Quem tem uma renda de R$ 7.000 tem dificuldade de morar em um imóvel que custe R$ 100 mil.

 

Já no consórcio, esse apartamento de R$ 100 mil exigiria uma parcela menor, de R$ 1.070, possível para pessoas com renda de R$ 3.000.

 

Para 2005, a expectativa é de crescimento da venda de imóveis por consórcio. Em 2007, as vendas devem subir pelo menos 15% em relação a 2006.